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Apla participa de seminários sobre açúcar e sustentabilidade na Europa

Encontros acontecem este mês em Roma e Londres

O Arranjo Produtivo Local do Álcool (Apla) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), por meio do Projeto Brazil Sugarcane Bioenergy Solution participam de dois grandes eventos mundiais com enfoque em açúcar, bioenergia e sustentabilidade. De 11 a 13 de novembro, em Roma, na Itália as organizações participam dos debates da Global Bioenergy Partnership (GBEP) que tem por objetivo reunir representantes da sociedade público-privada para promover o desenvolvimento sustentável ao redor do mundo.

Entre os principais temas abordados no seminário em Roma estão uma visão geral sobre a implementação de indicadores GBEP em todo o mundo, compilação de experiências, como capacitar o mundo para o desenvolvimento sustentável da bioenergia e, exemplos positivos de bioenergia.

Após participação no GBEP, o diretor executivo do Apla, Flavio Castelar parte para acompanhar, nos dias 17 e 18 de novembro, o Seminário da International Sugar Organization (ISO) sobre açúcar e álcool em Londres. Sob o tema “Rumo a um futuro mais doce?”, serão discutidas as perspectivas e potenciais de investimento para o açúcar nas principais regiões.

Na oportunidade serão analisados os aspectos globais, eficiência na produção, comunicação, marketing e a sustentabilidade da cadeia produtiva do açúcar.

Para Castelar, participar do centro da discussão mundial sobre sustentabilidade favorece e traz novas alternativas para o crescimento do setor sucroenergético brasileiro. “Vamos debater com autoridades internacionais sobre o assunto, e avalio essa troca de experiências como positiva nos aspectos político e econômico para nossos sistemas de produção do açúcar e bioenergia no Brasil”, destaca.

Em tempo: O trabalho do GBEP está alinhado com as metas energéticas acordadas na Rio+20 a serem atingidas até 2030. Entre as diretrizes, estão o acesso universal a energia moderna; duplicação da utilização das energias renováveis nas matrizes nacionais e duplicação das taxas de eficiência energética.

Para viabilizar o alcance dessas metas o grupo conta com apoio de programas da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

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